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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

sábado, 29 de outubro de 2011

A força dos olhares!

Quando os olhos se encontraram,

eram já cúmplices - sem o saber
Quando as palavras sopradas
acariciaram face e cabelos
a pele se fez aquecida...
e as maos aprenderam a dançar
Quando os lábios se banharam
da essencia úmida de línguas inquietas
o gosto penetrou cada espaço rosa da boca
e anunciou intensas aventuras
Até que o tempo desapareceu,
assim como a gravidade e o espaço
e os movimentos permitiram-se
a jóia da experiencia pura;
fome infinita do outro
Foi aí que os cheiros se misturaram inexoravelmente
foi entao que a mistura de líquidos
tornou claro a ambos que aquele encontro era definitivo
Muito além de corpos que se procuravam
de sexos que se completam
de carícias que brotam a cada respiro
O  desejo era o de abraçar esperando a eternidade
de caricias que brotam a cada respiro.

Sempre F. Pessoa!

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou? Ser o que penso? Mas penso em ser tanta coisa! E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos! " ­­(F. Pessoa)

domingo, 23 de outubro de 2011

Em gestação!

Penso se no momento do prazer carnal e viceral temos amor.Formação mais exdruxula de um ser! Sai de entranha com aroma de flores, dores, magoas e amores!

Tocado em frente!

É a vida se renovado.Em frente do mundo que passa, sinto meu eu indo aos poucos. Vou saindo de minhas entranhas e possuindo o novo.E diante do novo renovo minhas energias. Sinto que sou cada dia melhor diante de me mesma. Reaprendendo a amar! Não esté amor vulgar e carnal mais um amor pleno e vital. É o amor proprio busando valores e vida onde já nada era vital. Agora sim! Estou em serenidade absoluta comigo.Mas ainda falta aquietar este meu espirito nomade.Tenho certeza que minha alma é uma leõa feroz e insatisfeita... Quero mais é viver ....quero mais é saber viver!

domingo, 11 de setembro de 2011

Meu caro Waly! Acho que o sol de nossa terra instiga a sedução!

EXTERIOR - Waly Salomão
Por que a poesia tem que se confinar

às paredes de dentro da vulva do poema?

Por que proibir à poesia
estourar os limites do grelo
da greta
da gruta
e se espraiar em pleno grude
além da grade
do sol nascido quadrado?

Por que a poesia tem que se sustentar
de pé, cartesiana milícia enfileirada,
obediente filha da pauta?

Por que a poesia não pode ficar de quatro
e se agachar e se esgueirar
para gozar
-CARPE DIEM!-
fora da zona da página?

Por que a poesia de rabo preso
sem poder se operar
e, operada,
polimórfica e perversa,
não poder travestir-se
com os clitóris e os balangandãs da lira?
Meu conterr

Eu em agonia!

Não nego o dia amanheçeu e minha alma em agonia. Há como minha alma sofria. mais com a beleza de mais um dia, sentir a força da vida gerando novas vidas. Então olhei bem fundo dentro dos meus sentimentos e fiz agradeçimentos. É que vir a luz e a certeza de um mestre que tudo conduz para o nosso saber. Então aprendir que uma alma que não tem marcas não tem graça, é uma alma que nada aprendeu, que pouco viveu, e que provavelmente muito pouco tem para passar aos outros, ao mundo. Quisera eu pará o tempo, assim minha alma teria mais tempo de aprender que amor sem restrição é evolução .